Robusta (ou Conilon)

Caracterizado por um sabor mais amargo e encorpado, este grão entrega uma experiência intensa e marcante, ideal para quem aprecia cafés mais fortes. Com maior teor de cafeína, é frequentemente utilizado em blends robustos e em produtos voltados ao consumo diário, oferecendo um impulso extra de energia.
Sua força e persistência no paladar fazem dele uma excelente opção para mercados que valorizam intensidade, como cafés tradicionais, cápsulas e linhas voltadas ao público que prefere uma bebida mais potente e com presença.
Classificação por qualidade (no Brasil):
Café com sabor mais comum, pode ter adição de outros grãos e não possui critérios de qualidade rigorosos.
Grãos selecionados com qualidade ligeiramente superior ao tradicional, com menos impurezas e defeitos.
Grãos especiais, com sabor e aroma mais refinados, cultivados em condições ideais e com processos de torrefação cuidadosos.
Cafés de altíssima qualidade, com pontuação acima de 80 pontos em análise sensorial, cultivados em condições específicas e com processos de torra personalizados.
Classificação por critérios físicos:
Peneira: Os grãos são classificados por tamanho e formato, utilizando peneiras com diferentes tamanhos de orifícios.
Cor: A cor do grão pode indicar a sua maturação, condições de armazenamento e possíveis doenças.
Umidade: A umidade ideal para o café é de 11% a 12,5%, pois níveis mais altos podem acelerar a deterioração do grão.
A classificação do café é importante para garantir a qualidade e rastreabilidade do produto, além de orientar a escolha do consumidor.